quinta-feira, 5 de novembro de 2015
A busca pelo prazer e pela ausência de dor em Santo Forte
Nathalie Hornhardt
RESUMO
A partir dos depoimentos dos personagens do filme Santo Forte, de Eduardo Coutinho, o texto analisa suas crenças, fé e religiões desenvolvendo uma ligação com a filosofia utilitarista criada e concebida pelos filósofos ingleses Jeremy Bentham e John Stuart Mill.
Leia o texto completo online clicando <<<aqui>>>.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2015
LIVRO: Práticas e fenômenos: comunicação em devir
Saiu a edição 2014 do livro do Ecomig (Encontro dos Programas de Pós-Graduação em Minas Gerais). O livro corresponde aos anais do VII Ecomig que ocorreu em 2014 na PUC Minas e reúne contribuições de alunos e professores dos programas de pós-graduação em Comunicação strictu-sensu de Minas Gerais (UFMG, UFJF e Puc Minas). O e-book pode ser baixado gratuitamente clicando <<<aqui>>>.
Confira abaixo o sumário da obra:
PARTE 1 - Culturas e Processos: diversidade de olhares
CIDADE EM MOVIMENTO As implicações de novas práticas sócio-espaciais no espaço urbano.......................................11 --- Marcus Costa Braga Soares
PROCESSOS COMUNICATIVOS DE CS POA: um olhar sobre elementos culturais e identitários em uma comunidade ..............................25 --- Tamires Ferreira Coêlho
HUMOR E POSICIONAMENTO POLÍTICO NO TALK SHOW: um estudo dos programas The Noite e Agora é Tarde ..................................................................47 --- Julia Lery
Parte 2 - Práticas cinematográficas: gênero, ficcionalidade e estética
CHRIS MARKER E O CINEMA DE CONTRA INFORMAÇÃO..............................61 Julia Fagioli
FICÇÃO E NÃO FICÇÃO NO FILME O HOMEM URSO DE WERNER HERZOG: Interpolação e intencionalidade documentarizante no cinema clássico................................75
Marcos Ubaldo Palmer REFLEXÕES SOBRE O DOCUFARSA: questões de gênero em Jesus no Mundo Maravilha ........................................................................... 89 Sandra Sato
Parte 3 - Narrativas Midiáticas: discursos em intersecção
O JORNALISMO DE CELEBRIDADES NOS PADRINHOS MÁGICOS .........................102 Maria Aparecida Pinto
REFLEXÕES ACERCA DOS DISCURSOS DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOBRE A SAÚDE PÚBLICA BRASILEIRA..........................................................117 Lorena Goretti Carvalho Barroso e Wedencley Alves Santana
CONFLITO DE MÔNADAS NARRATIVAS: Uma disputa pela hegemonia de sentido acerca do conflito Israel-palestino.......................130 Paula Lima Gomes
DISPOSITIVOS IDENTITÁRIO E JORNALÍSTICO: do reconhecimento das invisibilizações ao irromper como fissuras.........................................144 Elton Antunes e José Cristian Góes
A DINÂMICA DE VISIBILIDADE, INVISIBILIDADE E ESTEREÓTIPO NOS MEDIA: a construção da representação simbólica de adolescentes autores de ato infracional .....159 Gabriella Hauber
A VOZ DAS RUAS REPRESENTADA PELA REVISTA ÉPOCA: uma versão do Brasil de junho de 2013...............................................................................................173 Joanicy Maria Brito Gonçalves
Parte 4 - Comunicação na Internet: atores e fenômenos articulados em rede
Nós, que vemos: a imagem como fronteira e trânsito entre humanos e máquinas........185 André Mintz
SLOGAN OU GRITO DE GUERRA? O fenômeno “vem pra rua” nas Jornadas de Junho de 2013........................................................199 Cristiano Diniz Cunha
O RETORNO DO GIGANTE: O diferente e o dissenso nas manifestações de junho de 2013.........216 Ellen Barros
A REDE MIGUEL NICOLELIS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA ATOR-REDE .................229 Marcelle Louise Pereira Alves
Confira abaixo o sumário da obra:
PARTE 1 - Culturas e Processos: diversidade de olhares
CIDADE EM MOVIMENTO As implicações de novas práticas sócio-espaciais no espaço urbano.......................................11 --- Marcus Costa Braga Soares
PROCESSOS COMUNICATIVOS DE CS POA: um olhar sobre elementos culturais e identitários em uma comunidade ..............................25 --- Tamires Ferreira Coêlho
HUMOR E POSICIONAMENTO POLÍTICO NO TALK SHOW: um estudo dos programas The Noite e Agora é Tarde ..................................................................47 --- Julia Lery
Parte 2 - Práticas cinematográficas: gênero, ficcionalidade e estética
CHRIS MARKER E O CINEMA DE CONTRA INFORMAÇÃO..............................61 Julia Fagioli
FICÇÃO E NÃO FICÇÃO NO FILME O HOMEM URSO DE WERNER HERZOG: Interpolação e intencionalidade documentarizante no cinema clássico................................75
Marcos Ubaldo Palmer REFLEXÕES SOBRE O DOCUFARSA: questões de gênero em Jesus no Mundo Maravilha ........................................................................... 89 Sandra Sato
Parte 3 - Narrativas Midiáticas: discursos em intersecção
O JORNALISMO DE CELEBRIDADES NOS PADRINHOS MÁGICOS .........................102 Maria Aparecida Pinto
REFLEXÕES ACERCA DOS DISCURSOS DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOBRE A SAÚDE PÚBLICA BRASILEIRA..........................................................117 Lorena Goretti Carvalho Barroso e Wedencley Alves Santana
CONFLITO DE MÔNADAS NARRATIVAS: Uma disputa pela hegemonia de sentido acerca do conflito Israel-palestino.......................130 Paula Lima Gomes
DISPOSITIVOS IDENTITÁRIO E JORNALÍSTICO: do reconhecimento das invisibilizações ao irromper como fissuras.........................................144 Elton Antunes e José Cristian Góes
A DINÂMICA DE VISIBILIDADE, INVISIBILIDADE E ESTEREÓTIPO NOS MEDIA: a construção da representação simbólica de adolescentes autores de ato infracional .....159 Gabriella Hauber
A VOZ DAS RUAS REPRESENTADA PELA REVISTA ÉPOCA: uma versão do Brasil de junho de 2013...............................................................................................173 Joanicy Maria Brito Gonçalves
Parte 4 - Comunicação na Internet: atores e fenômenos articulados em rede
Nós, que vemos: a imagem como fronteira e trânsito entre humanos e máquinas........185 André Mintz
SLOGAN OU GRITO DE GUERRA? O fenômeno “vem pra rua” nas Jornadas de Junho de 2013........................................................199 Cristiano Diniz Cunha
O RETORNO DO GIGANTE: O diferente e o dissenso nas manifestações de junho de 2013.........216 Ellen Barros
A REDE MIGUEL NICOLELIS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA ATOR-REDE .................229 Marcelle Louise Pereira Alves
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Dai-me almas.O pastoreio midiatizado da TV Canção Nova
Gilson Soares Raslan Filho
RESUMO
É necessário questionar as religiões para que se compreendam as estruturas do mundo?
Como o sagrado do divino católico cristão, narrado pelos aparelhos propagadores
eletrônicos da TV Canção Nova, dialoga com uma época que tem o seu próprio sagrado:
o dinheiro? Todo o esforço de pesquisa desta tese, forjada em dois polos, de produção e
de recepção, se direcionou para responder essas duas questões. Para tanto, se dispôs a
compreender, na história do telerreligioso, como se processa o diálogo entre os sagrados
– e como as narrativas, armadas em torno do religioso, se realizam como um
enfeitiçamento do mundo, com o propósito de apagar a materialidade dos meios por que
são transmitidas. Por outro lado, a história das políticas de comunicação católica aponta
para o caminho de uma estrutura fundada no pastoreio, cujo resultado é uma
ambiguidade entre a afirmação e a negação do sagrado contemporâneo. É essa
ambiguidade que se vê na história da TV Canção Nova e em sua programação, bem
como se estabelece como uma força entre os personagens que fazem a Igreja: padres e
fiéis que consomem o catolicismo miditalizado da TV Canção Nova.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Dispositivos de telecura e contratos da salvação
Antônio Fausto Neto
RESUMO
Os campos religioso e midiático articulam-se em torno de dispositivos de operações discursivas gerando uma modalidade de “fazer religião”. Uma das características do modelo interativo das teleemissões é eleger problemáticas situacionais das pessoas, transformando-as em demandas e soluções mediante estratégias de cura e de salvação. A noção de saúde está associada às observâncias dos “contratos de leitura” que situam o fiel paciente em uma estrutura de linguagem enclausurada. Aí permanece, portanto, em um “regime simbólico” que o mantém em novas situações de enfermidades.
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