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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Religião e Política: uma análise da atuação de parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e de LGBTs no Brasil

O livro analisa a atuação de políticos evangélicos em questões referentes à direitos humanos e direitos das mulheres. Ele apresenta resultados da pesquisa “Religião e Política no Brasil: um estudo sobre a atuação de lideranças evangélicas no cenário político nacional”,(FHB e ISER), realizada entre setembro de 2011 e agosto de 2012. Focam-se dois episódios de repercussão nacional: o tratamento do aborto na campanha presidencial, em 2010, e o caso do “kit anti-homofobia” ou “kit gay”, isto é, do material educativo, parte do Programa Escola Sem Homofobia, criado pelo Ministério da Educação, destinado ao combate à homofobia nas escolas públicas. A obra é de autoria da professora Dra Cristina Vidal do programa de pós-graduação em Cultura e Territorialidades da Universidade Federal Fluminense (UFF) e do Ms. Paulo Victor Leite Lopes, doutorando pelo programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Baixe o livro completo clicando <<<aqui>>>.

Confira abaixo o sumário da obra:

Sumário

35 CAPÍTULO 1 Evangélicos no Espaço Público brasileiro

50 CAPÍTULO 2 As Assembleias de Deus e a Igreja Universal do
Reino de Deus em foco
54 A Assembleia de Deus: congregação e família
60 I greja Universal do Reino de Deus: uma igreja de passagem

64 CAPÍTULO 3 O aborto como agenda política nas eleições
presidenciais de 2010
69 O s candidatos e suas alianças: composições e recomposições
80 O início do primeiro turno
91 O segundo turno

109 CAPÍTULO 4 Peça de uma disputa política e religiosa:
o material didático do programa Escola Sem Homofobia
112 A emergência do conflito
120 E xplorando o caso
131 A s duas semanas decisivas
145 “Ô Dilma que papelão, não se governa com religião!”

150 CAPÍTULO 5 Argumentos, mecanismos e técnicas de ação
política de religiosos no Congresso Nacional
150 Argumentos contra a ampliação de direitos de LGBTs e mulheres
150 O direito à vida e à liberdade sendo afetado
153 I mpacto econômico e o risco à preservação familiar
156 Mecanismos e técnicas dos religiosos na política

168 CAPÍTULO 6 Atores em disputa: Moralidade pública e
instrumentalização da política no Brasil hoje
169 A mbiguidade entre laico e confessional no Brasil
175 D ireitos Humanos no Brasil contemporâneo
177 U m projeto político dos religiosos: um Brasil para Cristo?

terça-feira, 14 de abril de 2015

Mediatização da religião e esfera pública nas eleições paulistanas de 2012


Luis Mauro Sá Martino

RESUMO

A disputa eleitoral de 2012 em São Paulo foi marcada pela presença ostensiva de atores do espaço religioso, sugerindo a perspectiva de variadas tensões entre mídia, política e religião no cenário democrático. Este trabalho analisou 27 notícias publicadas pelos portais G1, R7, Folha on-line eEstadão on-line de 15 de setembro a 15 de outubro, correspondendo ao último mês de campanha, buscando-se observar em que medida os processos de mediatização constituem um fator de relevância para as articulações de discursos religiosos na esfera pública, tomando como estudo de caso as eleições municipais. Os resultados sugerem que a mediatização aumenta a visibilidade pública das denominações religiosas, facilitando sua participação como atores políticos e alterando o balanço de poder na esfera pública.

Leia online o texto completo clicando <<<aqui>>>

Confira outros textos do mesmo autor clicando <<<aqui>>>

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Cunha pode entregar a TV Câmara a partido ligado a Igreja Universal



EDUARDO CUNHAEvangélico e atual presidente da Câmara, Eduardo Cunha, pode colocar um comando político para a área de comunicação da Casa, segundo o jornal "Folha de S. Paulo". Controlado por servidores de carreira, o setor que conta com a TV, Rádio e Agência Câmara, pode ser liderado por um membro do PRB, ligado à Igreja Universal.


Entre os nomes cotados por Cunha, está o deputado Cleber Verde (PRB-MA), que apesar de se considerar católico é integrante da Frente Parlamentar evangélica.

A nova composição da Secretaria de Comunicação ainda é tema de debate entre técnicos da Câmara. A previsão é de que uma proposta seja apresentada à Mesa Diretora da Casa após o Carnaval.

Inicialmente, o plano seria criar um cargo de supervisor ou então, um conselho político, direcionado para assumir o controle dos meios de comunicação da Câmara, responsáveis pela divulgação das atividades internas. Na Casa, servidores da área estão resistentes à proposta.

Através do seu perfil no Twitter, Eduardo Cunha postou uma mensagem confirmando sobre as "profundas mudanças" que devem afetar a TV Câmara.

Fonte: O Tempo