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quinta-feira, 25 de junho de 2015
CHAMADA: Revista da USC abre chamada para dossiê sobre religião e sociedade
A revista Métis: História e Cultura convida pesquisadores a proporem trabalhos para compor seu próximo número que terá como tema "Religiões e religiosidades nas sociedades contemporâneas". Os trabalhos deverão ser enviados até 20 de setembro de 2015 no portal da revista. Confira abaixo o resumo do temático desta edição.
A sociedade contemporânea, em especial a do final do século XX e início do século XXI, desenvolveu um elo sólido com as questões de natureza religiosa. Muitos conflitos atuais têm, entre suas matrizes explicativas, motivações de caráter religioso, e a compreensão dos mesmos remete a abordagens sobre as construções religiosas destas sociedades. Palavras como fanatismo, fundamentalismo, guerra santa, entre outros, povoam as referências sobre as experiências históricas da atualidade, que só podem ser devidamente compreendidas através do estudo das religiosidades que compõem estas trajetórias. Nas últimas décadas, a produção historiográfica brasileira vem se dedicando com mais intensidade ao estudo das religiões e religiosidades. As pesquisas recentes, buscam redimensionar a importância das referências religiosas para a interpretação das diferentes trajetórias históricas. Nesse sentido, o dossiê abre espaço para trabalhos que discutam as questões religiosas nas sociedades contemporâneas, em especial, nos séculos XX e XXI, discutindo as dinâmicas dos processos religiosos, suas representações e as abordagens historiográficas sobre os mesmos.
Para outras informações acesse o site da revista clicando <<<aqui>>>.
segunda-feira, 18 de maio de 2015
CHAMADA: número especial da revista Comunicação e Informação sobre Comunicação e Religião
A Revista Comunicação & Informação, periódico
científico vinculado ao PPG em Comunicação da Universidade Federal de
Goiás, com classificação B2 no Qualis da Capes para a área de Ciências
Sociais Aplicadas I, abre chamada
de trabalhos para o Número Especial dedicado à temática “Comunicação e
Religiosidade”, com intenção de publicação no segundo semestre de 2015.
O periódico receberá, até o dia 31 de julho de 2015, artigos científicos completos, conforme as normas da Revista, que versem sobre uma ou mais das seguintes áreas temáticas: os Estudos de dialogicidade em contexto religioso; estudos das possibilidades comunicacionais inscritas na processualidade social do campo religioso brasileiro. Neste sentido, descreve-se a comunicação como dialogicidade, em perspectiva habermasiana, backtiniana ou similiar, como elemento fundamental de caráter ético e político da democracia social. Os sistemas religiosos, nesta abordagem, são observados como instituições de poder simbólico, nas quais a comunicabilidade e seu polo dialético, configurado em diferentes estratégias de silenciamento, convivem em permanente tensão. Interessa também a esta área de estudos a compreensão da competição religiosa e mesmo das instituições religiosas com os demais campos de poder simbólico, como o educacional, o político e o midiático. Nesse sentido, a problemática desta linha é conhecer as modalidades e sentidos desse tensionamento e, com isso, determinar os limites teóricos dos dispositivos comunicacionais religiosos.
* Estudos da interface entre mídia e religião. As relações entre mídia e religião são as mais diversas e complexas, especialmente em seguida ao desenvolvimento das tecnologias de comunicação nas sociedades contemporâneas, em adiantado processo de midiatização de praticamente todos os sentidos sociais. Nesse sentido, convivem em diversidade e, não raro, de modo conflituoso, tanto a apropriação instrumental de meios de comunicação por instituições e comunidades religiosas, como as diferentes transformações do modo de ser religioso, que passam a adotar procedimentos tipicamente midiáticos para o desenvolvimento de suas ritualidades específicas. Também faz parte destes estudos as dinâmicas específicas dos ritos profissionais da comunicação (o jornalismo, as atividades publicitárias e de relações públicas etc.) diante das temáticas, acontecimentos e demandas advindas do campo religioso. Assim, a problemática desta linha se delineia na busca pelo conhecimento das transformações mútuas entre ambos os campos – o religioso e o comunicacional, em suas diferentes processualidades e dispositivos.
* Estudos da circulação simbólica do religioso pelos dispositivos comunicacionais. Há uma diversidade de práticas simbólicas compartilhadas pela sociedade, especialmente nos formatos de entretenimento (jogos, turismo, cinematografia, peças publicitárias etc.), que utilizam expressões e imagens oriundas do imaginário religioso para fundamentar ou ilustrar seus dispositivos e suportes. O problema neste caso é conhecer quais são e como se dá esse processo de circulação, em diferentes perspectivas psicológicas, sociológicas ou semiológicas. Neste número especial serão publicados 9 trabalhos avaliados pelos pares no sistema double blind. Caso haja um maior número de submissões recomendadas para publicação pelos pareceristas, tais artigos poderão ser selecionados para compor volumes futuros da revista. Os trabalhos devem observar as Políticas editoriais da Revista Comunicação & Informação e precisam estar de acordo com o modelo de elaboração e formatação do artigo. A submissão deve ser realizada diretamente pelo autor no site da Revista, após o preenchimento do cadastro como autor. No momento da submissão os autores deverão indicar em “Comentários ao editor” que o artigo está sendo submetido para o número especial Comunicação e Religiosidade.
Confira mais informações no site da revista clicando <<<aqui>>>.
terça-feira, 12 de maio de 2015
CHAMADA: Revista Sessões do Imaginário
A Revista Sessões do Imaginário (Qualis B1) está com as submissões abertas para as suas edições deste ano.
O fluxo da nossa publicação é contínuo, portanto o primeiro número de 2015 contará com artigos e resenhas propostos de maneira livre. A edição estará online no final deste semestre.
Para o segundo número, será realizado o Dossiê “65 anos da Televisão no Brasil”. Serão aceitos artigos que tratem do impacto social; das questões políticas e econômicas; dos desafios da produção de conteúdo, das questões relacionadas a recepção e audiência; dos
desafios da implantação da televisão digital e da convergência no nosso país; e ainda do diálogo entre a TV e as novas plataformas. Também serão aceitos trabalhos que façam o resgate histórico deste meio ao longo destes anos tanto em nível regional quanto nacional.
Aproveitamos para convidá-lo a navegar na nossa última edição. Além dos artigos da área, apresenta ainda entrevistas exclusivas com os sociólogos Michel Mafessoli e Dominique Wolton.
Leia a Sessões em clicando <<<aqui>>>
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Revista Esferas prorroga prazo para submissão de textos do dossiê "Comunicação e Reencantamento"
A Revista ESFERAS convida todos os Doutores em Comunicação e áreas afins a enviar seus artigos para sua quinta edição, a ser publicada em Julho de 2015, em versões on-line e impressa.
A Revista ESFERAS é um espaço coletivo de trocas e reflexões, sob a égide dos quatro Programas de Pós-graduação em Comunicação das Universidades do Centro-Oeste, a saber: o Mestrado em Comunicação da Universidade Católica de Brasília – UCB, o PPGCOM da Universidade de Brasília – UnB, o PPGCOM da Universidade Federal de Goiás – UFG e o PPGCOM da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS.
Para o dossiê “Comunicação e Reencantamento” buscaremos dar voz às formas com que o campo da comunicação, incluindo-se a cultura midiática e as novas mídias, é capaz de contribuir para um reencantamento do mundo a partir das conexões e formas de articulações sociais, culturais e políticas que possibilitam, bem como das éticas e estéticas que são capazes de engendrar. A noção de reencantamento que consideramos parte da tentativa de se estabelecer um contraponto amplo e aberto à noção desenvolvida por Max Weber no século XIX de desencantamento do mundo, à época associado à assunção da razão instrumental no ocidente e à dessacralização moderna que a ciência tentou organizar como forma privilegiada de experiência.
Assim, considerando um campo de possibilidades que abraça desde a mídia mainstream até as produções culturais mais periféricas, passando pela paisagem comunicacional urbana, às questões sobre corpo-mídia, às novas possibilidades de intervenção pública e de constituição de vivências compartilhadas, lançamos o desafio para o próximo número: como as diversas formas de comunicação nos permitiriam escapar à conveniência do cinismo e da entropia depressiva como formas (respectivas) de racionalização e sintoma epidêmicas hoje?
Como sempre, a seção “Livres” aceitará artigos sobre os mais diversos temas que abordem os fenômenos comunicacionais e o campo da pesquisa em comunicação.
O prazo limite para submissão é 20 de maio.
Outras informações podem ser consultadas no portal da revista clicando <<<aqui>>>
segunda-feira, 30 de março de 2015
CHAMADA: Revista Líbero
A revista Líbero, Qualis B1, do Mestrado em Comunicação da Cásper Líbero, está com chamada de trabalhos aberta para sua edição de número 35, 1º Semestre de 2015. São aceitos artigos escritos por doutores. Textos de mestres e doutorandos são aceitos desde que assinados em coautoria com doutores. Resenhas podem ser enviadas por mestrandos, mestres, doutorandos e doutores. O prazo para submissão de textos é dia 22 de abril. Confira mais informações clicando <<<aqui>>>,
terça-feira, 24 de março de 2015
"Para o alto e avante!" - Mito, religiosidade e necessidade de transcendência na construção dos super-heróis
Iuri Andréas Reblin
RESUMO
“Para o Alto e Avante” fala sobre o mundo mágico dos super-heróis e suas “histórias de encantamento” cuja raiz se encontra na imaginação. Ligada à percepção humana, a imaginação é responsável pelo universo simbólico, estendendo-se pela arte, pela experiência religiosa, pela cultura. Desse modo, é possível afirmar que valores do comportamento, dos ideais (axiológicos), do sagrado e da relação com o transcendente se manifestam nas obras de ficção, nos produtos culturais, nos personagens em quadrinhos e nos super-heróis. Nessa perspectiva, o ensaio discute o papel da teologia em relação à cultura e na relação com a cultura.
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quinta-feira, 19 de março de 2015
Revista E-Compós divulga chamada de trabalhos
| Numa época em que se repete à exaustão que as mídias digitais tornaram quase infinitas as possibilidades de produção de conteúdos para os meios de comunicação, ganham espaço cada vez mais acentuado ações a reivindicar o controle, a regulação da mídia e a regionalização de conteúdos. Ambientadas no cenário internacional em que ações semelhantes são praticadas em nome da luta contra o terrorismo, observa-se um escamoteamento das questões fundamentais. Em vez de esclarecer e politizar o debate a respeito da plasticidade das formas culturais, o que se evidencia é um embate entre a liberdade de expressão e a ética dos comportamentos. No limite, embaralham-se igualmente as relações entre estética e política. O que os estudiosos da área de comunicação e campos afins têm a dizer a respeito dos temas e problemas que gravitam em torno desse nicho argumentativo? A Revista E-Compós lembra que as colaborações serão avaliadas para a edição de dezembro de 2015 se submetidas até o dia 30 de outubro de 2015. |
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quinta-feira, 5 de março de 2015
Evangélicos e Mídia no Brasil – Uma História de Acertos e Desacertos
Leonildo Silveira Campos (UMESP)
Este artigo contém duas partes. Na primeira, há um conjunto de reflexões sobre as relações entre evangélicos e mídia no Brasil. Nela, se faz um passeio por um processo de mudanças ocorridas desde a fase da oralidade e da imprensa até o período contemporâneo, que é o da comunicação mediada eletronicamente. Na segunda parte há reflexões e exemplos de como o uso da televisão, assim como a compra de redes televisivas, provocaram alterações na maneira de os pentecostais se comunicarem com a sociedade brasileira. A escolha desses novos meios de comunicação trouxe para o campo religioso significativas mudanças, assim como na prática do culto local, em que a congregação é estimulada a reagir como um auditório de televisão, onde se dão as gravações dos programas que posteriormente vão para o ar; a pressão da arrecadação financeira sobre o culto religioso; a maneira de o pastor se comunicar com as congregações local e virtual; o surgimento de celebridades, cantores e pregadores; e, finalmente, o risco de escândalos quanto ao uso de enormes quantias arrecadadas.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Revista Contracampo divulga chamadas de 2015
A revista Contracampo (qualis B1) divulgou as ementas de seus dossiês temáticos deste ano. Confira.
Materialidades da Comunicação
Ementa: O dossiê sobre Materialidades da Comunicação abre espaço para discussões sobre as materialidades dos objetos tecnológicos enquanto elemento importante nos processos cognitivos e sensoriais e nas formas de pensamento. Busca-se problematizar de que modo a dimensão material da experiência se associa com a dimensão imaterial da cultura. Como o corpo, o afeto, as sensorialidades e as emoções se reconfiguram nas relações com os objetos e tecnologias de comunicação? Como se dão os processos de mediação? A questão levanta um antigo problema filosófico, colocando em xeque a supremacia do sujeito em relação aos objetos. Considera, portanto, que os objetos com os quais nos relacionamos também contribuem para o nosso conhecimento sobre o mundo, pois nos afetam continuamente e fazem parte das relações que estabelecemos. O dossiê propõe a reflexão sobre as relações entre tecnologia, materialidade e conhecimento com o intuito de discutir e revisar teorias e metodologias no campo da Comunicação.
Prazo de envio: 28 de fevereiro de 2015
Subculturas em ambientes digitais
Ementa: O dossiê sobre Subculturas em ambientes digitais propõe abarcar a ampla discussão sobre os modos de comportamento e dinâmicas identitárias compartilhadas por grupos sociais, a partir de sua articulação com o ambiente digital e as tecnologias da comunicação. Interessa-nos abrir espaço para estudos que explorem as práticas culturais destes grupos, que representam uma subdivisão dentro de uma cultura dominante, no ambiente digital, Assim, o foco recai sobre os seguintes temas interdisciplinares, abordados por pesquisadores da comunicação e dos estudos culturais: subcultura e processos de resistência; subcultura e juventude nas redes sociais; diversidade de identidades e subculturas em ambientes digitais; negociações das subculturas com o mercado; linguagens midiáticas de subculturas; dinâmicas de gosto e afetos compartilhados pelos grupos sociais etc. O dossiê propõe, desta maneira, uma reflexão sobre as relações sociais, econômicas e políticas proporcionadas a partir do uso dos meios de comunicação, ao mesmo tempo que investiga as nuances do desenvolvimento de novas sensibilidades da cultura juvenil na contemporaneidade.
Prazo de envio: 10 de maio de 2015
Mídia e Memória
Ementa: O dossiê sobre Mídia e Memória possibilita fomentar o debate sobre como os meios de comunicação se constituem como um lugar de memória na contemporaneidade. A proposta deste dossiê é empreender um espaço para discussões que busquem refletir sobre os processos e mecanismos de produção de sentido a partir das produções midiáticas na constituição da noção de memória social. Assim, nos interessa receber artigos que busquem discutir o papel da mídia na construção e reconstrução histórica e na transformação social. Algumas questões como midiatização da memória, memória social da mídia e produções midiáticas como construção histórica e social serão abordadas neste dossiê. Esse espaço tem como proposta refletir e fomentar a discussão sobre as relações entre mídia e memória compreendendo os meios de comunicação enquanto parte do fenômeno de construção e transformação da sociedade.
Prazo de envio: 10 de setembro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Revista Eco-Pós - Chamadas para 2015
A revista ECO-Pós liberou as chamadas para suas três edições de 2015. Seguem abaixo os temas e prazos.
18.1 – Arte, tecnologia e mediação
A edição 18.1 da Revista ECO-Pós propõe um dossiê que contempla a complexidade das relações entre arte e mídia, buscando trabalhos que examinem suas aproximações, ambiguidades e tensionamentos, incluindo mas não se limitando aos temas a seguir: estratégias de apropriação, subversão e intervenção nos circuitos e discursos midiáticos; o lugar da mídia no circuito da arte; os acervos on-line e as interfaces entre mídias, culturas e espaços; galerias, curadorias e comércio de arte em rede; os diferentes circuitos e suas estratégias de uso das redes; os modos de inserção e legitimação nos meios de comunicação e redes de informação; a produção e dissolução de guetos e de circuitos no campo das chamadas media arts; a arte como lugar para a crítica de mídia; o vídeo, a fotografia, o cinema, a TV, o rádio e as redes digitais no contexto da arte; a materialidade das tecnologias e suas dimensões estéticas; a crise da especificidade dos meios e a imbricação de linguagens; os regimes de visibilidade; som e arte; o corpo mediado, expandido, distribuído, recodificado pela tecnologia; a postura do artista frente à tecnociência e ao capitalismo cognitivo; a arte e os aspectos políticos e sociais das tecnologias; as estéticas e as políticas entre alta e baixa tecnologia; cultura do excesso, consumo e obsolescência; a arte e sua relação com o precário, a gambiarra, o inacabado, bem como, com a falha, o ruído e o mau funcionamento; a produção poética e crítica em torno da arte cibernética, em rede, imersiva, em realidade aumentada e em dispositivos pós-cinematográficos; a cultura Faça Você Mesmo; o lucro corporativo e o engodo do serviço gratuito; os estudos de software, culturas hacker e pirata; arte e aprendizagem de máquina, mineração de realidade, visualização de dados.
Editor convidado: César Baio (ICA-UFC)
Prazo de submissão: 23 de fevereiro.
18.2 – Tecnopolíticas e Vigilância
A presença cada vez mais intensa de tecnologias de vigilância no cotidiano das grandes cidades vem sendo acompanhada por um amplo espectro de movimentos sociais e um crescente interesse por debates públicos, seja por meio de pesquisas acadêmicas, seja através de discussões sobre novas legislações. A edição 18.2 da Revista ECO-Pós contemplará contribuições interessadas em analisar as relações entre vigilância, tecnologia e sociedade, privilegiando os seguintes eixos temáticos: história e futuro da vigilância e do controle social; vigilância, imperialismo e capital global; vigilância, protestos políticos e movimentos sociais; vigilância e tecnopolítica: conceitos, metodologias e estudos de caso; mídias sociais e espaços urbanos; Big Data, vigilância e tecnopolítica; Smart Cities e sistemas de segurança integrados; Web, Deep Web e Internet das Coisas; ativismo e contra-vigilância; práticas artísticas e estéticas da vigilância; vigilância móvel e wearable; Snowden, NSA e vigilância de massa; a questão da privacidade, dados pessoais e controle da informação; vigilância e práticas de consumo; tecnologias de auto-monitoramento e controle; legislação e regulação da vigilância e proteção de dados.
Editora convidada: Fernanda Bruno (ECO-UFRJ)
Prazo de submissão: 8 de maio.
18.3 – As Formas do Artifício
O artifício é uma categoria conceitual, analítica, sociohistórica e estética, que, assumindo diversas formas, articulando diferentes saberes e produtos culturais e atuando na mediação entre estes e a vida material, vem ganhando um destaque cada vez maior nos campos das artes e da comunicação. A edição 18.3 daRevista ECO-Pós contemplará contribuições interessadas em estudar as diversas formas do artifício, privilegiando aquelas que abordarem os seguintes eixos: o artifício nas artes; estilização, formalismo e artifício; artifício e melancolia; artifício, realismo e o Real; estéticas, poéticas e políticas do artifício e do frívolo; o lugar do entretenimento e do conceito de sensibilidade na teoria da cultura contemporânea; as hierarquias entre cultura erudita, cultura popular e cultura massiva; a cultura midiática e de consumo; afetação, teatralidade e performance na constituição de personagens, práticas e identidades; a crítica pop; o universo sensível do pop; a noção de nostalgia e a sensibilidade nostálgica; o camp, o kitsch, o trash e o brega; o clichê; a questão da ironia como um signo de resistência, o supérfluo na comunicação do político, a cibercinefilia e o cosmopolitismo midiático.
Editor convidado: Denílson Lopes (ECO-UFRJ)~
Prazo de submissão: 7 de agosto.
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